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Com estudo finalizado, Estado discutirá retomada das obras com o Consórcio VLT
O governo do Estado terá que desembolsar anualmente R$ 37,5 milhões para garantir a operação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá e Várzea Grande. Foi o que apontou estudo da empresa KPMG, contratada pelo governo para verificar a obra e sua viabilidade.
O valor, segundo o secretário de Cidades, Eduardo Chiletto, será aplicado caso o Estado seja o responsável pela retomada e conclusão da obra. Uma Parceria Público Privada (PPP) para a conclusão da obra deixará este custo ainda maior. “Numa comparação, este valor é suficiente para construir 630 casas por ano”, comparou o secretário.
Para chegar a este valor, os técnicos da KPMG consideraram a tarifa de R$ 3,60, a aplicada atualmente no transporte de ônibus. Neste caso, o transporte será integrado, com os usuários andando de ônibus e VLT com uma única passagem.
O estudo ainda apontou a necessidade de se fazer algumas adequações no trajeto do VLT. Entre elas, está o “compartilhamento” das linhas 1 e 2. Neste caso, o VLT não passaria mais pela Ilha da Banana, no Centro de Cuiabá, e teria uma “alça” que ligaria a linha do Porto ao Coxipó.
Contudo, está descartado o encurtamento do traçado do VLT. Com isso, ele ligará o aeroporto ao CPA e a outra linha passará pela avenida Fernando Correa. “Se retirar uma dessas linhas, o impacto financeiro seria muito maior”, explicou o secretário de Assuntos Estratégicos, Gustavo de Oliveira.
Oliveira explicou que a conclusão dos estudos dará um parâmetro para a retomada das obras. Ele descartou a intenção do governador Pedro Taques (PSDB) não concluir a obra. “O governo está sensível para concluir esta obra, mas não poderia ser retomada antes dada a ausência de informações que tínhamos”, declarou.
RETOMADA
Com a conclusão do Estado, o governo irá negociar a retomada das obras com o Consórcio VLT em audiência marcada para a próxima semana na Justiça Federal. A principal ideia do Governo é chegar a um acordo com o consórcio.
A população também será ouvida neste processo. Gustavo Oliveira afirmou que serão realizadas audiências públicas em Cuiabá e Várzea Grande para definir a melhor forma de retomada da construção do modal. “Vamos trazer as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e a população para junto deste tema”.
CONFIRA O RELATÓRIO FINAL DO ESTUDO REALIZADO PELA KPMG
O valor, segundo o secretário de Cidades, Eduardo Chiletto, será aplicado caso o Estado seja o responsável pela retomada e conclusão da obra. Uma Parceria Público Privada (PPP) para a conclusão da obra deixará este custo ainda maior. “Numa comparação, este valor é suficiente para construir 630 casas por ano”, comparou o secretário.
Para chegar a este valor, os técnicos da KPMG consideraram a tarifa de R$ 3,60, a aplicada atualmente no transporte de ônibus. Neste caso, o transporte será integrado, com os usuários andando de ônibus e VLT com uma única passagem.
O estudo ainda apontou a necessidade de se fazer algumas adequações no trajeto do VLT. Entre elas, está o “compartilhamento” das linhas 1 e 2. Neste caso, o VLT não passaria mais pela Ilha da Banana, no Centro de Cuiabá, e teria uma “alça” que ligaria a linha do Porto ao Coxipó.
Contudo, está descartado o encurtamento do traçado do VLT. Com isso, ele ligará o aeroporto ao CPA e a outra linha passará pela avenida Fernando Correa. “Se retirar uma dessas linhas, o impacto financeiro seria muito maior”, explicou o secretário de Assuntos Estratégicos, Gustavo de Oliveira.
Oliveira explicou que a conclusão dos estudos dará um parâmetro para a retomada das obras. Ele descartou a intenção do governador Pedro Taques (PSDB) não concluir a obra. “O governo está sensível para concluir esta obra, mas não poderia ser retomada antes dada a ausência de informações que tínhamos”, declarou.
RETOMADA
Com a conclusão do Estado, o governo irá negociar a retomada das obras com o Consórcio VLT em audiência marcada para a próxima semana na Justiça Federal. A principal ideia do Governo é chegar a um acordo com o consórcio.
A população também será ouvida neste processo. Gustavo Oliveira afirmou que serão realizadas audiências públicas em Cuiabá e Várzea Grande para definir a melhor forma de retomada da construção do modal. “Vamos trazer as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e a população para junto deste tema”.
CONFIRA O RELATÓRIO FINAL DO ESTUDO REALIZADO PELA KPMG

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