segunda-feira, 29 de abril de 2013

EFEITOS DO FAMIGERADO ECA - Por Eduardo Póvoas


Meu Deus é duro você ler, ver ou ouvir TODO SANTO DIA um vagabundo “de menor” trucidar um pai, um filho, um marido ou um cidadão trabalhador deste país para roubar, amparado pelo famigerado e infame Estatuto da Criança e do Adolescente que lhe cobre de razão nas suas ações criminais.

Li no site da Folha que 93% dos paulistanos são a favor da redução da maioridade penal. Sabe por que o governo é contra? Porque diz não ter dinheiro para construir novas penitenciarias e jamais por estar “preocupadíssimo” com o futuro desses marginais.

Acho que quem se inspirou para redigir uma imoralidade dessas, o ECA, não tem pai, filho ou nenhum parente que porventura possa ser um dia vítima desses pequenos calhordas. Quem idealizou-o, ao ver um pai ou uma mãe chorando a perca de seu filho por um vagabundo desse,  se faz  de rogado.

Não adianta mais o povo brasileiro solicitar, pedir, implorar, a quem de direito, a incineração desse maldito estatuto que “oficializa” e “autoriza” esses delinquentes juvenis a matar, roubar, estuprar, incendiar e outras coisas mais, deixando pais e mães deste pais chorando a perca de seus entes queridos.

Preocuparam cinicamente em dar condições a esses vagabundos de votar. Claro, só assim poderiam colaborar enchendo o Congresso de insensíveis e de surdos aos clamores populares.

O povo brasileiro é frouxo e indolente. Brincadeira o que fazem com os coitados dos nordestinos que vivem há décadas morrendo de sede? Bilhões de reais são destinados todos os anos para se levar agua ao sertão nordestino, e o povo e o gado morrendo de sede sem ver um tostão dessa grana.

Devíamos reunir toda população, para em praça pública incinerar esse maldito e famigerado estatuto.

Imaginem só o que ouvi de uma alta autoridade deste país esta semana: “Se não temos prisões para os adultos, alterando a maioridade penal teremos prisões para nossos jovens”?

A meu ver, isto é sinônimo de; “Por não termos prisões para nossos jovens, eles podem, amparados por um estatuto, continuar a roubar, matar, estuprar, esfolar, pois seus três anos de reeducação estão garantidos”. Eles não são, para o infame do estatuto, marginais, e sim  infratores, apenas infratores.

A verdade é que o governo e nosso Congresso não tem saco roxo de enfrentar esse problema. Acovardam sempre que são provocados, mas para aumentar a verba de gabinete..... A exceção é o Senador Magno Malta do ES que tocou no assunto.

Meu Deus, não é desejar a desgraça de quem tem a caneta na mão para reverter um quadro destes, mas a maioria da população deste país desejaria que um vagabundo “de menor”, promovesse uma “infração” destas a um filho, uma esposa ou um parente de quem defende esses pequenos crápulas, pois só assim, a esperança de quem perdeu um ente, teria enormes possibilidades de serem  concretizadas.

Continuamos todos, a mandar lembranças a quem não conhecemos, fingem em não nos escutar ou acham que time que está ganhando não se mexe. Até parece que está ganhando!  Ninguém absolutamente ninguém convoca a sociedade para opinar. Ainda não sentiram na pele a ação de um facínora juvenil denominado pelo ECA de “infrator”! Pode?

  EDUARDO PÓVOAS-PÓS-GRADUADO PELA UFRJ

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